Li na mídia que o candidato a prefeito de São Paulo, Sr. Fernanda Haddad, disse hoje num evento sobre mobilidade urbana que é contra o Pedágio Urbano, simplesmente porque na sua visão, isso privilegiaria os mais ricos. O candidato deveria examinar a pesquisa OD (origem e destino) do Metro-SP 2007, que mostra como a população se desloca na cidade de São Paulo. O Fato é que apenas 28% , a minoria da população realiza seus deslocamentos de carro, cerca de 31% utiliza o transporte público e o restante: a maioria 41% a pé e outras formas ... isso mesmo, a grande maioria da população sequer anda de ônibus... a tarifação dos congestionamentos não afetaria em nada a população mais pobre, pelo contrário, com a diminuição de carros nas vias, os ônibus poderiam trafegar mais rápido, gastar menos combustíveis e com a renda obtida pela população mais rica (que anda de carro), poderia investir em infraestrutura e transportes alternativo não motorizado para população mais pobre.
Todos nós já pagamamos pedágio urbano todos os dias , todos sem exceção, o custo dos congestionamentos geram impactos caríssimos para todos nós, saúde pública, excesso de poluição, aumento do custo de vida, stress, exclusão social e desemprego... Somos contra o pedágio Urbano e a favor da tarifação dos congestionamentos, chega de pagar o alto preço de viver numa cidade congestionada, sem infraestrutura, sem calçadas e sistemas de transportes ineficientes, é justo que quem quer ficar no congestionamento pague pelos transtornos de quem só anda a pé.
Outro dia perguntei para uma pessoa dentro do trem (lotado) se ele era a favor ou contra o pedágio urbano? Me disse que era contra, então perguntei porque ele estava andando de trem?respondeu - Porque não tinha carro, então perguntei novamente - Se você não tem carro, não tem que pagar, porque é contra? - me respondeu ... O que é isso mesmo?
Assim como o ex-Ministro da Educação , a maioria das pessoas desconhecem o que é tarifação dos congestionamentos, para onde iriam estes recursos e quais seriam os benefícios diretos para eles... preferem confundir a população e mantê-los na ignorância, a outra parte sabe bem, só não quer deixar de andar de carro... aliás, quem é que quer andar a pé, de ônibus ou de bicicleta feito pobre?
Em Cingapura, Londres e diversas outras cidades, os recuros da tarifação dos congestionamentos sevem para financiar o transporte não motorizado, valorizando aqueles que preferem ou não podem andar de carro.
Por Lincoln Paiva às 17h55
Em abril de 2011, o então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielle, levantou a possibilidade do aumento dos derivados de petróleo para o consumidor brasileiro, caso a tendência de aumento do preço do petróleo no cenário internacional se confirmasse, neste mesmo dia anunciou a decisão de importar cerca de 1,5 milhão de barris de gasolina para atender à demanda doméstica. O resultado foi que petróleo aumentou e o presidente da Petrobrás foi substituído. O Brasil, assim como o resto do mundo é dependente do petróleo, sobretudo do oriente médio responsável por cerca de 65% do abastecimento mundial. Ocorre que o preço do petróleo não é regulado apenas pelo mercado interno e externo, pela classica lei da oferta e da demanda, mas pelas constantes instabilidades geopolítica do oriente médio que fazem o barril disparar nos casos de conflitos.
O preço da gasolina tem efeito direto na economia e nos preços praticado pelas indústrias e no comércio geral, com reflexos diretos no custo de vida do brasileiro. O governo Lula e agora o governo Dilma, vem criando uma bolha de proteção a economia , fazendo com que a Petrobrás absorva os custos da instabilidade internacional do petróleo protegendo a economia brasileira da inflação, mesmo como a alta da gasolina dos combustíveis produzidos pelas refinarias brasileiras, o aumento foi absorvido pela desoneração do CIDE combustíveis ( já comentei sobre a desoneração do CIDE e suas implicações para as cidades). Mas não é só o aumento do preço do barril de petróleo gera defasagem no preço da gasolina, a Petrobrás tem que lidar aidna com a variação cambial, comprando gasolina em dólar e vendendo pelo mesmo preço em R$.
Para manter um aparente controle, a Petrobrás vem fazendo um verdadeiro malabarismo, comprando gasolina mais cara e vendendo mais barata aos distribuidores, e o consumidor segue feliz nos postos, comprando carro e motos. Não existe mágica neste mercado e os reflexos disso já estão nos jornais... O emprego na indústria recuou e as montadoras já estão com os seus pátios abarrotados de carros e os compradores estão inadimplentes, não conseguem pagar as prestações, já tem um site na internet que ajuda as pessoas a repassarem as prestações de seus carros para frente, sem precisar pagar um tostão pelo que foi pago, a ilusão esta passando e a realidade é dura, agora alguém vai ter que pagar esta conta.
O Pré-Sal é um petróleo caro, o Brasil não tem capacidade para refinar petróleo para a atual demanda brasileira de combustíveis e o efeito será contrário, ou seja, vai ter que extrair Petróleo a um custo enorme, para ter um petróleo cru mais caro do mundo e vender ao preço do mercado internacional... se torcer para aumentar o preço do barril vai ter que comprar petróleo refinado mais caro para atender a demanda interna. O Pré- Sal só faz sentido nos próximos 50 anos.
Existe uma solução para o mercado a curto prazo? Não existe, neste sentido a política tem sido acertada, perigosa e no limite da responsabilidade, é preciso entender que só na base da política dos malabarismos, a economia não será sustentável a médio e longo prazo. O Governo precisa investir nas cidades, no incentivo a restrição do uso do automóvel e em alternativas para o deslocamentos das pessoas. Quem determina o preço da gasolina é o mercado internacional, cabe ao governo desenvolver políticas públicas que produzam o crescimento da economia de forma sustentável e não com a criação de bolhas insustentáveis, mais dia menos dia alguém vai ter que pagar o preço.
Aquecer a economia significa na prática gerar uma demanda de mobilidade ( aumento de deslocamentos das pessoas para o trabalho, lazer e consumo, distribuição de mercadorias etc...) que as cidades são incapazes de lidar com eficácia e os efeitos são catastróficos, maior poluição, congestionamentos e aumento do custo de vida, maior barreira para o desenvolvimento das cidades.
Investir em transportes públicos ambientalmente mais sustentáveis e o gerenciamento da Mobilidade Urbana são os únicos remédios que poderiam conter a demanda de transportes individuais e a dependência do petróleo estrangeiro. Em Nova York 98% dos ônibus são híbridos elétricos e diesel menos poluentes e recentemente a prefeitura lançou um programa de bicicletas públicas com 10 mil bicicletas e 600 estações. As reservas dos EUA são maiores do que as brasileiras e lá não tem essa coisa de festa do Pré-Sal, a ordem geral é investir em energia alternativas, mesmo porque o petróleo não vai durar o resto da vida.
O Ministério das Cidades precisa estar mais atento a estas questões, não basta investir apenas em BRTs é preciso fazer mais do que isso, é necessário capacitar os gestores públicos para tomarem decisões inteligentes.
Por Lincoln Paiva às 16h03

A Folha de São Paulo divulgou neste sábado, 17 de março, reportagem sobre a criação de um novo tributo Estadual para proprietários de automóveis. O Governo ainda não entendeu que o problema da poluição e outros efeitos negativos do automóvel estão no uso e não na sua propriedade? Propor que todos paguem uma taxa para diminuir a poluição veicular através da Bicicleta, estimulará apenas o uso do carro por parte de quem já utiliza o automóvel de forma racional, produzindo o efeito contrário. Os governos Estaduais permitiram calados a desoneração do CIDE combustível que não onera o cidadão e que irá significar diminuição de investimentos em infraestrutura e transportes dos Estados e das Cidades.
O que é o CIDE ? Em 1988 foi instituída pela constituição federal as Contribuições de Intervenção sobre o domínio econômico o CIDE , de competência da União que previa o monopólio sobre a produção, exploração de petróleo e seus derivados. Em 2001 foi criado por decreto o CIDE-combustíveis que fixou um repasse de 25% de toda a arrecadação do CIDE-Combustíveis para os Estados e municípios sendo que 75% para os Estados e 25% para os municípios.
Os recursos do CIDE repassados aos Estados e Municípios devem ser utilizados obrigatoriamente para investimentos em infraestrutura e Transportes
Em novembro de 2011 o Governo Federal desonerou o CIDE em 52% no litro da gasolina e 32% no litro do óleo diesel, essa desoneração não foi repassada para o consumidor, beneficiou apenas a Petrobrás, ou sejam a União abriu e continuará abrindo mão da arrecadação de R$ 3,8 bilhões desde novembro 2011 a Junho de 2012 de quem explora Petróleo. São Paulo deixará de receber por exemplo, cerca de R$ 180 milhões que teria direito.
Mas porque o CIDE é importante para as cidades ? Na Alemanha e nos EUA, o governo cobra 30% de Taxa sobre o litro de combustível, orecurso é destinado a infraestrutura e transportes das cidades. Tal medida é importante para equilibrar a demanda de transportes provocado pelo desenvolvimento econômico ou pela quantidade de consumo de combustíveis.
Nos últimos 3 anos o Tesouro Nacional transferiu cerca de 676 milhões para o estado de SP referente a sua parte da distribuição do CIDE.
Obviamente que aumetar o IPVA para criar a "Ciclotaxa" será um tremendo equívoco, o governo precisa desestimular o uso do carro, e não o direito de propriedade, o cidadão que usa o carro de forma racional será penalizado e o efeito será inverso, já que ele paga mais por ter carro, melhor usá-lo.
Incentivar a Bicicleta é um dever do gestor público e recursos para isso devem ser gerados em programas que realmente reduzem o uso do automóvel ou do CIDE-Combustíveis porque não onera o cidadão.
Existem formas mais inteligentes para redução da poluição, como por exemplo o poluidor pagador, quem polui mais paga mais IPVA, ao passo de quem polui menos paga menos, estimulando a indústria e a própria Petrobras no desenvolvimento de tecnologias e combustíveis mais limpos.
Porque precisa aumentar o IPVA? não seria mais bonito instituir que 5% da arrecadação seja destinado ao desenvolvimento de infraestrutura não motorizada? Alguém vai dizer que é preciso punir quem compra carro... mas isso seria apenas ingenuidade.
Por Lincoln Paiva às 13h30
Agora você vai poder falar com o seu carro, solicitar os melhores caminhos, ligar o ar-condicionado, perguntar a situação meterológica, ligar o o rádio, farol entre outras facilidades, tudo para evitar que o motorista tire sua atenção no ato de dirigir.
AT & T está trabalhando em colaboração com a Panasonic Automotive Systems Company of America, juntamente com QNX Software Systems Limited e anunciaram planos para começar a desenvolver sistemas de voz baseada numa patente da AT & T, trata-se de um mecanismo de reconhecimento de voz chamado de WATSON (SM) que está conectado numa "nuvem" via internet wireless. O AT & T WATSON (SM) é um sistema multimodal e multilingue extremamente avançada com capacidade para desempenhar em uma ampla gama de aplicações.
"Inovações wireless em ambiente automotivo vai continuar a expandir e essa é uma ótima notícia para os consumidores", disse Glenn Lurie, presidente de dispositivos emergentes, revenda e parcerias da AT & T. "Ao implantar-se este protótipo, seremos capazes de colaborar com empresas e fabricantes para desenvolvimento de novos ambientes capazes de colaborar com uma condução mais segura para os motoristas."
For the complete array of AT&T offerings, visit www.att.com.
*AT&T products and services are provided or offered by subsidiaries and affiliates of AT&T Inc. under the AT&T brand and not by AT&T Inc.
Por Lincoln Paiva às 22h09
Prefeitos, Secretarios de Transportes e Meio Ambiente poderão apoiar-se na lei federal para instituir medidas polêmicas tais como Pedágio Urbano, ciclovias, ciclofaixas, retringir o uso do automóvel e instituir políticas de maior controle de emissões de gases poluentes, efeito estufa, tarifas de transportes públicos e direitos de usuários do sistema de transportes coletivos e individuais.
Muito importante: a Lei determina o uso destes recursos ( Tributos por utilização da infraestrutura viária) para transportes coletivos e Não Motorizados ( Bicicletas e pedestres).
A lei também determina no capitulo III ( Dos direitos dos Usuários) no inciso II o direito da sociedade civil na participação do planejamento, fiscalização e avaliação da política local de Mobilidade Urbana.
Restrição ao uso do Automóvel
Art. 23. Os entes federativos poderão utilizar, dentre outros instrumentos de gestão do sistema de transporte e da mobilidade urbana, os seguintes:
I - restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados;
II - estipulação de padrões de emissão de poluentes para locais e horários determinados, podendo condicionar o acesso e a circulação aos espaços urbanos sob controle;
III - aplicação de tributos sobre modos e serviços de transporte urbano pela utilização da infraestrutura urbana, visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade, vinculando-se a receita à aplicação exclusiva em infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público, na forma da lei;
IV - dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e modos de transporte não motorizados;
. § 2o Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta, de acordo com a legislação vigente.
§ 4o Os Municípios que não tenham elaborado o Plano de Mobilidade Urbana na data de promulgação desta Lei terão o prazo máximo de 3 (três) anos de sua vigência para elaborá-lo. Findo o prazo, ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam à exigência desta Lei
Cidades acima de 20 mil habitantes necessitam desenvolver seus planos Diretores e o Plano de Mobilidade Urbana urgentemente, os novos prefeitos deverão se adequarem a nova lei no segundo ano de mandato caso contrario perderão recursos federais.
Por Lincoln Paiva às 21h27
O aquecimento da econômia é apenas parte do efeito da venda de automóveis e motos nas cidades, poluição, acidentes e congestionamentos é o resultado de uma política voltada apenas para fluidez do tráfego. Segundo o jornal Folha de São Paulo do dia 09 de janeiro, a despesa da previdência em acidentes a caminho do trabalho cresceu 37% entre 2009 e 2011 aumentando os custos das empresas, que com isso querem mudar legislação para não ter que depositar o FGTS durante período de licença médica.
Seria muito mais fácil as empresas desenvolverem projetos de mobilidade corporativa, incentivando seus funcionários a irem ao trabalho a pé, bicicletas e meios alternativos, estudos revelam que 70% das pessoas que vão trabalhar de carro, moram até 6km dos seus trabalhos. Mais de 60% destes trabalhadores poderiam adotar formas alternativas para irem ao trabalho ou até mesmo experimentarem o tele-trabalho ou o Home Work, que seria muito mais fácil do que mudar a legislação do FGTS.
Por Lincoln Paiva às 09h30
Pesquisa “Global Automotive executive 2012” realizado pela KPMG com 200 executivos do setor automotivo mundial revelou que a mobilidade urbana é uma questão prioritária para países como EUA e o Japão, onde mais de 60% dos entrevistados acreditam que o planejamento urbano irá influenciar a concepção dos veículos e o seu uso.
O Brasil deverá ser líder de mercado para serviços de mobilidade, 42% dos entrevistados previram que mais de 25% da população nas cidades do país irão utilizar serviços de Mobilidade Urbana, carros compartilhados, elétricos e novas tecnologias em 2026. A China tem também o maior potencial para liderar o mercado de serviços de mobilidade com 90 milhões de clientes em potencial.
Os jovens nascidos em zonas urbanas crescerão mais interessados em compartilhar automóveis do que serem proprietários, novas empresas de serviços de Mobilidade serão formadas e um novo mundo de oportunidades nascerão através da conectividade , TI e novas plataformas multimodais.
Leia Pesquisa em Inglês: KPMG Survey Global Executives 2012
Por Lincoln Paiva às 00h40
No início de Novembro deste ano, chefiei a 3a Delegação técnica de desenvolvimento e mobilidade urbana nos EUA. Estivemos na ONU, na prefeitura de NY, na MTA ( Metropolitan Transport Authority), Prefeituras Metropolitanas, Escritórios de urbanismos responsáveis pelo desenvoilvimento dos novos projetos do World Trade Center, Prefeitos e Secretários de desenvolvimento urbano e Transportes. Visitamos a prefeitura da cidade de Washington DC, Arlington County, Boulder e Denver no Estado do Colorado.
Aos poucos irei publicar os projetos que visitamos e as estratégias de desenvolvimento que as cidades estão buscando através de um transporte mais sustentável e eficiente.
Denver tem investido em sistemas de transportes mais limpos e eficientes, não apenas investindo na melhoria da sua infraestrutura na ordem de US$ 7 bilhões como tem desistimulado o uso do transporte individual através de políticas públicas voltadas para o transporte coletivo e do transporte não motorizado.

Delegação brasileira com o Prefeito Michael B. Hancock
É preciso ter coragem para transpormar a principal via arterial ( corta todo o centro de Denver) em via para pedestres e ônibus hibridos e gratuítos, o resultado foi que a avenida se tornou um grande Shopping a céu aberto, onde as pessoas caminham livremente pela cidade e tem acesso a transporte público de qualidade e gratuíto, ainda assim as pessoas preferem caminhar ao longo da avenida.
Denver também tem desenvolvido programas de desenvolvimento urbano ao longo das Fast Tracks (corredores expressos de metrô, trem e ônibus) que eles chamam de Denver Livebility.

Pessoas se exercitando onde antes havia uma avenida arterial
Denver Planeja a sua mobilidade através do conceito de desenvolvimento urbano e do TOD ( Desenvolvimento de transporte público orientado para a comunidade), a prioridade da cidade é que a comunidade tenha acesso a transporte público isso significa transporte coletivo e individual não motorizado e uma política agressiva para desestimular o uso do transporte individual. Trata-se de uma estragégia coordenada para trazer maior quantidade de opções para a comunidade.
16Th Street
Denver transformou a 16th street numa via apenas para ônibus hibrido gratuítos e para pedestres, a via corta todo o centro de Denver é faz a conexão com outros sistemas de transportes expressos tais como a rede de Metrô, Trens e ônibus, o local é a área financeira de Denver e agora é um imenso shopping a céu aberto, tendo sido totalmente revitalizado.


Sistemas de ônibus hibridos gratuítos que circulam no centro de Denver
Transportes não Motorizados
Denver começou a desestimular o uso de transportes Individuais, compartilhando as vias com outros meios de transportes não motorizados, diminuindo as eareas de estacionamentos e integrando diversos meios de transportes, ágeis e dinâmicos.

Ciclofaixas
Facilidades para circulação das bicicletas
Paraciclos em todos os locais da cidade

Facilidade para integração modal

Estacionamentos de bicicletas

Sistemas de bicicletas públicas ao lado dos sistemas peublicos de transportes ( Metrô/ ônibus / trem) e locais de grande fluxo comercial / eduçação / trabalho
Sistemas de Compartilhamento de veículos individuais
A cidade estimula o uso de trasportes compartilhados como Carsharing e Vanpools (um grupo de pessoas alugam uma Van para irem ao trabalho ou escola) este sistema estão espalhados proximo do sistema de transportes públicos, centros comerciais e bairros.

Sistema de Compartilhamento de carros

Sistema de compartilhamento de Vans (Vanpools)

Vlts (Veículo leve sobre trilhos) com estações onde a validação do ticket ocorre fora do trens

Sistemas de informações de transporte públicos são espalhados em toda cidade.
Por Lincoln Paiva às 11h51

Por Lincoln Paiva às 22h31
População Paulista vai poder retirar livros gratuitamente nas praças de São Paulo, compartilhar Internet wireless e ainda fazer cursos de alfabetização digital através da Bicicloteca pilotada pelo Ex-morador de rua Robson Mendonça. Trata-se de um veículo elétrico com capacidade de levar 150 kg de livros (300 livros), o projeto visa levar cultura,cursos e entretenimento para população sem acesso a biblioteca e centros culturais. O serviço é gratuíto e funciona de segunda a sexta-feira das 9 as 17hs em diversas praças do centro de São Paulo.


Por Lincoln Paiva às 12h07

A Nippon Basic, uma empresa japonesa com sede na cidade de Kawasaki, conseguiu desenvolver uma bicicleta com consciência social. A Invenção batizada de CycleClean purifica a água usando a energia do movimento da pedalada. A Bike é projetada para aqueles que vivem em áreas que não podem ter água potável, ou lugares que foram atingidos por desastres naturais. Em apenas 10 horas de condução da bicicleta, ela consegue purificar até três toneladas de água. Além disso, tem pneus que não podem ser perfurados, tornando-as ideais para uso em locais onde as superfícies podem ser ásperas e inóspitas. Além de ser uma alternativa mais ecológica agora vem com uma nova função social
Por Lincoln Paiva às 22h39
Nicholas Hanna é um artista canadense com formação em arquitetura que vive em Pequim, observando uma prática chinesa de escrever nas ruas com água, resolveu criar um mecanismo que imprime letras com pontos de água a bordo de um triciclo
Por Lincoln Paiva às 00h57
Foi exatamente isso que pensaram os designers Merel Sloother, Liat Azulay e Pieter Frank de Jong
Conheça o trabalho: Dezeen


Por Lincoln Paiva às 00h23

O Instituto Mobilidade Verde colocou a disposição da População um site para que as pessoas possam participar e colaborar com recursos para construção de 2 (duas) novas biciclotecas.
A Bicicloteca roubada tem chances mínimas de ser encontrada.
Quem não conhece a história do roubo entre em : http://www.vitruvius.com.br/jornal/news/read/1029
Através do site é possível doar entre R$ 10,00 a R$ 5.000,00
É muito fácil, rápido e Seguro fazer uma doação
http://www.movere.me
Por Lincoln Paiva às 22h56
São Paulo amanhece novamente mais triste, a Bicicloteca ainda não foi encontrada. Assistam o vídeo do Robson Mendonça apelando para que o Suspeito devolva a Biciloteca e a sua caminhada pelas ruas de São Paulo a procura da sua Bicicloteca:
Por Lincoln Paiva às 03h13
é ambientalista
e consultor
de Mobilidade Sustentável, membro da SLoCat (Sustainable Low Carbon Transport), coordenada pelo Departamento desenvolvimento socioeconômico da ONU. É também membro da Cities-for-Mobility, rede mundial de mobilidade urbana coordenada pela Cidade de Stuttgart, e do GT de Meio Ambiente e Mobilidade do Movimento Nossa São Paulo. É sócio-diretor do escritório de Consultoria de Mobilidade Sustentável Green Mobility e idealizador do Projeto MelhorAr de Mobilidade Sustentável.
Mobilidade sustentável é a capacidade que temos de nos deslocar na cidade com o menor impacto possível sobre o meio ambiente urbano tanto hoje quanto para as gerações futuras. Este blog debate a forma como nos deslocamos na cidade e seus impactos. Também aborda as políticas públicas e de acessibilidade, as desvantagens de termos o carro como principal meio de transporte e o dilema da mobilidade: quanto melhor a situação da economia, maior a demanda por trasporte.